Abel Braga celebra conquista do Carioca e comenta relação com o Fluminense: 'Aqui tudo começou'

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da esport bet: Depois de uma década do título estadual que Abel Braga conquistou pelo Fluminense, o técnico levantou a taça mais uma vez no Maracanã, neste sábado. Na final do Carioca, o Tricolor empatou com o Flamengo por 1 a 1, e conquistou o torneio pelo placar acumulado por 3 a 1. Após a partida, o treinador do Flu analisou os 90 minutos e revelou sua estratégia para superar o arquirrival. Ele também destacou o apoio da torcida durante a final.

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da pixbet: – Nós tínhamos a vantagem, e jogamos marcando o Flamengo alto, saindo bem, jogando e em alguns momentos dando velocidade. Às vezes marcamos mais baixo, e claro, procurando sempre tirar o espaço do Flamengo porque é uma equipe muito forte.

Com “alma tricolor”, Abel contou o início de sua trajetória com o Fluminense. Apesar de ter saído do clube para seguir outros rumos, ele disse que a relação dele com a torcida e o clube é especial.

– Aqui tudo começou para mim. Eu era um menino que morava na Penha, estudava, era classe média baixa. Depois veio a faculdade, mas sempre fui aprendendo muito. Desde o início aprendi muito, com o primeiro treinador, que era um grande homem, o Pinheiro, e uma série de pessoas que eram diretores. E foi passando de presidente para presidente, até que chega um momento profissional em que você tem que deixar o sentimento um pouco de fora. Saí para um outro grande clube, o Vasco, fui para a Seleção, para o PSG… mas a relação com os tricolores é muito forte. Não quero e nem devo ser unanimidade, mas sei que eles gostam de mim da mesma maneira que amo eles. E vocês viram o que eles transmitiram de energia para a equipe em campo. Os caras se superaram.

Contudo, o técnico reclamou que o time teve menos tempo de preparação que o adversário, e disse que o calendário tem prejudicado o planejamento para os confrontos. Mesmo assim, Abel minimizou o fato e ressaltou a felicidade de conquistar mais um título pelo Fluminense.

– Nós não ficamos 10 dias treinando, é o quarto jogo de três em três dias. Tem quarta de novo e depois a estreia no Brasileiro. E parece que a Conmebol parece que está no mundo da lua, temos que sair do Leblon para ir para o clube fazer teste de Covid para o jogo de quarta. Queremos esfriar a cabeça, dormir um pouco. Mas não vou me estressar porque estou muito feliz, alegre e agradecido aos jogadores.

Por fim, ele contou como tem sido a adaptação de Cano, que marcou todos os gols da vitória do Fluminense. Abel relembrou a primeira vez em que trabalhou com o centroavante, no Vasco, e afirmou que ele está mais à vontade vestindo as três cores.

– Trabalhei com ele por 3 meses no Vasco, e posso te garantir: eu não tinha visto o Cano tão feliz como agora. Com uma relação muito boa de grupo. Lá, ele chamava o treinador de “prof”, como todo jogador sul-americano. Aqui ele me chama de “Abelão”, o que mostra que ele está à vontade. Ele está tranquilo. Deve estar se sentindo orgulhoso porque o maior ídolo do clube está no banco para ele no momento. Nada mais justo que uma grande homenagem para ele mostrar esse momento que ele está vivendo.

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