E a alma? Fluminense perde força e termina ano pior do que em 2016

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da dobrowin: Abel Braga chegou ao Fluminense em janeiro com uma missão, desginada por ele mesmo: ‘dar alma’ à equipe tricolor. Na época, uma sequência de dez partidas sem vitória sob comando de Levir Culpi e Marcão acabara com as chances de classificação para Libertadores e a torcida cobrava mudanças. As peças dentro e fora de campo mudaram, e os resultados… pioraram.

– Conseguimos terminar pior que ano passado. Nós temos que rever muita coisa, tem que ser feito de forma interna em relação a grupo. Todo final de ano tem muitas especulações, saídas, chegadas, mas alguns caminhos que nós seguimos precisam ser mudados – admite Abelão, decepcionado pela falta de entrega na derrota para o Sport por 2 a 1 no Maracanã.

– É muito pouco para uma equipe dessas. Não tinha vibração, não tinha nada. Muito estranho. Estava preocupado antes do jogo, tentei mostrar a eles que nós andamos para frente e para trás. Ninguém nos levou no colo. Somos responsáveis pelo que fizemos e deixamos de fazer. Foi para esquecer, não tenha duvida.

O desempenho em campo parecia ter mudado no primeiro semestre. As boas campanhas no Carioca e no início do Brasileirão na base da raça chegou a resgatar o grito de ‘Time de Guerreiros’ das arquibancadas. Mas, no fim das contas, os números mostram rendimento inferior. Mesmo se vencer o Atlético-GO neste domingo, a campanha no Brasileirão será abaixo da temporada anterior. Confira os números a seguir:

Em 2016:
– 66 jogos
– 27 vitórias
– 18 empates
– 21 derrotas
– 93 gols marcados
– 72 gols sofridos

Em 2017:
– 74 jogos
– 29 vitórias
– 20 empates
– 25 derrotas
– 117 gols marcados
– 96 gols sofridos

Brasileirão2016:
– 38 jogos
– 13 vitórias
– 11 empates
– 14 derrotas
– 50 pontos
– 45 gols marcados
– 45 gols sofridos
– 13ª colocação

Brasileirão 2017:
– 37 jogos
– 11 vitórias
– 13 empates
– 13 derrotas
– 46 pontos
– 49 gols marcados
– 52 gols sofridos

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